Um início avassalador do Vasco
Antes que o torcedor pudesse se acomodar nas arquibancadas, o Vasco já mostrava que a noite seria quente — mesmo com chuva. Andrés Gómez balançou as redes logo nos primeiros minutos, aproveitando falha da defesa colorada. Pouco depois, Rayan acertou um chute forte de fora da área para ampliar e colocar o Cruz-Maltino em vantagem confortável. O Internacional só conseguiu reagir nos instantes finais da etapa, diminuindo o placar antes do intervalo.
Tempestade, campo encharcado e um retorno cercado de tensão
O que era apenas chuva leve virou um verdadeiro dilúvio no intervalo. A drenagem de São Januário, apesar da recente troca do gramado, não deu conta do volume de água e o campo ficou rapidamente impraticável. Funcionários do clube entraram com rodos, enquanto jogadores e comissões técnicas questionavam as condições de continuidade do duelo.
O árbitro decidiu pela paralisação, e por alguns minutos o reinício esteve realmente ameaçado. Ambos os times argumentaram que o gramado não oferecia segurança. Após longa discussão, pressão de todos os lados e clima tenso, veio a ordem: a bola teria que voltar a rolar — mesmo sob protestos.
Domínio total no segundo tempo e goleada construída
Se o campo pesado prejudicava o toque de bola, o Vasco não demonstrou dificuldade. Logo no primeiro lance da etapa final, Rayan apareceu novamente após passe de Andrés Gómez e empurrou para o gol, ampliando para 3 a 1 — lance que gerou reclamação do Inter por possível falta na origem.
Pouco depois, Rochet fez grande defesa, mas só conseguiu atrasar o inevitável: Cauan Barros aproveitou o rebote e marcou o quarto. A goleada se consolidou quando Nuno Moreira completou o quinto gol, fechando uma atuação dominante dos vascaínos e deixando o time gaúcho completamente perdido em campo.
Com o resultado, o Vasco subiu momentaneamente para a 10ª posição, enquanto o Internacional segue pressionado na parte baixa, em 15º lugar.

